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  <title>ABC-Online -Formar Informando</title>
  <subtitle>Portal dos Estudantes da Escola de Jornalismo  em construcao... pode mandar sugestoes para jornalabc@sapo.mz</subtitle>
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  <updated>2009-11-23T07:04:53Z</updated>
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    <issued>2009-11-23T06:55:11</issued>
    <title>Não és nada!</title>
    <published>2009-11-23T07:04:53Z</published>
    <updated>2009-11-23T07:04:53Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;&lt;span style="color: blue"&gt;MENDES MUTENDA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Joaquim Salvador em prefácio do livro &amp;ldquo;Planície Sem Fim&amp;rdquo;, do Sociólogo, Elísio Macamo, diz o seguinte: &amp;ldquo;não assumas verdades feitas porque alguém as afirmou&amp;rdquo;, o que quer dizer, devemos interrogar tudo que está pela nossa frente. É dentro deste espírito que ao lermos, ou ao olhar tudo, o sentido crítico deve estar presente. Porque é a partir da crítica que podemos avançar para qualquer desafio de desenvolvimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Coisas não criticadas são, acima de tudo, imaturas. A academia é um dos locais onde se aprende a criticar. A partir do momento em que alguém aprende que não é o sol que gira em torno da terra, mas sim ao contrário, estamos aqui a dar a este estudante instrumentos de defesa para que olhe as coisas como elas são e não de uma forma supérflua.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;A palavra NADA pode ser logo à primeira, uma palavra nada. Onde quero chegar? Vamos a isso. Do ponto de vista gramatical pode ser tanto para descrever a falta de argumentos como para descrever algo que não se encaixou no pretendido. Por exemplo: &lt;b&gt;&lt;i&gt;Mendes, durante a sua intervenção no texto, não disse nada&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Quer dizer, aqui há uma situação em que Mendes terá proferido no discurso que não era o esperado; discurso que não tem nada a ver com o tema em debate; escassez de argumentos no discurso; ou mesmo, na linguagem matemática, um vazio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Acho que é tão ingrato, alguém ser dito que não &amp;ldquo;disse nada&amp;rdquo; enquanto disse algo que, se calhar, não terá caído bem ao destinatário. Vejam só, o facto do articulista que é acusado de não ter dito nada, ter tirado uma palavra, ele disse algo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;A aplicação desta palavra &amp;ldquo;nada&amp;rdquo; é, em grande medida, considero, uma injustiça, ou seja, desconsidera tudo ou o esforço que a pessoa faz, fez, em detrimento do vazio. Há coisas muito piores que já ouvi em discussões até familiares dizeres do género, que logo a priori parecem de pouca relevância, mas a posterior colocados à reflexão são um atentado a estabilidade dos lares, das amizades, dos colegas do acaso até mesmo a relação entre trabalhador e o patrão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Da mulher ao esposo, vice-versa: &lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;ldquo;na verdade, aqui no lar não és nada&amp;rdquo;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Dito por alguém com quem em comunhão são pais de filhos/as, que impacto social tem isso,  a partir dia da discussão até ao resto da vida, depois do nervos baixarem?&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Se for uma frase proferida por uma mulher, o homem &amp;ndash; se for moçambicano &amp;ndash; pode duvidar da paternidade biológicas dos filhos. Se for um discurso proferido por um homem, a mulher &amp;ndash; se for moçambicana &amp;ndash; dentre outras interrogações, pode pensar que ela é um mero instrumento de fabricar e cuidar dos filhos em casa. Duma ou de outra forma esta palavra &amp;ldquo;nada&amp;rdquo; reduz à zero tudo o que a pessoas faz, ou seja, presente ou não a pessoa, não faz falta naquele círculo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;A palavra &amp;ldquo;nada&amp;rdquo; foi apenas um intróito de tantas que me parecem bonitas e são, mas quando empregues numa dada situação podem trazer consequências drásticas a pessoas em nosso redor. Quase todas as palavras foram feitas criadas&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;A palavra é um elemento transformador do mundo, sem ela não haveria graça de sermos humanos. Cada palavra tem a sua utilidade lógica, mas quando empregue em outras situações pode realçar um certo comportamento, tornamo-nos inimigos dum do outro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Vou ter que interromper por aqui pois alguém disse-me que os textos eram longos. Esta &lt;i&gt;postagem&lt;/i&gt; é apenas a primeira parte, o &amp;ldquo;nada&amp;rdquo; ainda tem mais argumentos. Até aos comentários.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-10-06T13:47:43</issued>
    <title>Prostituição, uma praga da sociedade para sociedade?</title>
    <published>2009-10-06T12:52:38Z</published>
    <updated>2009-10-06T12:54:38Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;MENDES MUTENDA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: right"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Estamos mais uma vez por aqui para falar de coisas pouco decentes à nossa esfera pública, a prostituição. Vezes que insisto em dizer que há coisas que nem valem a pena comentar e a prostituição é uma destas coisas. Fico transtornado quando diariamente vejo imagens a entrar nos nossos ecrãs sem pedir licença com este teor que pouco ou nada ajuda para a moralização da nossa sociedade. Já foi dito, debatido e escrito por muitos mas nunca é demais rescrever o que já foi escrevinhado. Sei que a prostituição resiste desde os tempos remotos, prostituição da Grécia Antiga e Roma, do Israel, do Cristianismo e Idade Média, da Revolução Industrial, dos Séculos XX e XXI e para este texto da zona Centro de Moçambique.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Pesa-me como jovem de poucos anitos interrogar isto ou, acima de tudo, trazer este tema, de novo, ao debate, sabendo de antemão que um mal que quase muito de nós vivos, hoje, nascemos enquanto já ouvíamos, víamos e assistimos coisas do género acontecendo ou praticadas em nossa frente, sem no entanto, termos ideia do que fazer sobre isso. Sabe-se que a prostituição é um mal. Mas, mesmo assim, a quem defende com unhas e garras que é um mal necessário ou uma e outra justificação, aqui e acolá.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;A quem possa perguntar o porquê agora abordar este assunto se o mesmo é coisa que dura desde a nossa &lt;b&gt;&amp;ldquo;existência&amp;rdquo;&lt;/b&gt;? Difícil de responder. Confesso que nem mesmo eu não sei responder porquê da escolha do tema agora. Mas a verdade é única só sei que me apareceu a ideia de que só agora devo falar deste assunto. Não disse nada não é? Aguarde-me nas linhas abaixo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Começando do Zimbabwe até a costa do Indico há um pouco desse mal que se espalha pelo mundo fora. As províncias de Manica e Sofala, na zona Centro de Moçambique, constituem nesta óptica, o prolongamento da prostituição do Zimbabwe à costa do oceano Indico bem (&amp;ldquo;&lt;b&gt;mal&lt;/b&gt;&amp;rdquo;) como o alastramento da crise zimbabweana. Uma crise politica que sem sombra de dúvida agrava a pobreza que graça esta gente encravada entre rios, Save e Zambeze.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Trazendo aqui um conceito emprestado, a &lt;span&gt;prostituição pode ser definida como a troca &lt;a title="Consciente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Consciente"&gt;&lt;span&gt;consciente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de favores &lt;a title="Sexo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexo"&gt;&lt;span&gt;sexuais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; por &lt;a title="Interesse" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interesse"&gt;&lt;span&gt;interesses&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; não &lt;a title="Sentimento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sentimento"&gt;&lt;span&gt;sentimentais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a title="Afeto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afeto"&gt;&lt;span&gt;afectivos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou prazer. Apesar de comummente a prostituição consistir numa relação de troca entre &lt;a title="Sexo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexo"&gt;&lt;span&gt;sexo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a title="Dinheiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinheiro"&gt;&lt;span&gt;dinheiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, esta não é uma regra. Pode-se trocar &lt;a title="Relações sexuais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_sexuais"&gt;&lt;span&gt;relações sexuais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; por favorecimento &lt;a title="Profissional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Profissional"&gt;&lt;span&gt;profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, por &lt;a title="Bens materiais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bens_materiais"&gt;&lt;span&gt;bens materiais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (incluindo-se o &lt;a title="Dinheiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinheiro"&gt;&lt;span&gt;dinheiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), por &lt;a title="Informação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Informa%C3%A7%C3%A3o"&gt;&lt;span&gt;informação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A prostituição é praticada mais comummente por &lt;a title="Mulher" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mulher"&gt;&lt;span&gt;mulheres&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, mas há um grande número de casos de &lt;a title="Prostituição masculina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prostitui%C3%A7%C3%A3o_masculina"&gt;&lt;span&gt;prostituição masculina&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; em diversos locais ao redor do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Para tentar ser objectivo nesta minha abordagem, só vou direccionar atenções para a relação de troca entre sexo e dinheiro na zona Centro de Moçambique ou seja, zimbabweanas, Moçambicanos e outros e a prostituição.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Está cada vez mais difícil andar por qualquer parte deste mundo sem se lidar com a prostituição nas pousadas. Há cada vez mais uma degradação acentuada do valor do sexo, quando olhamos no contexto da procriação. Gente que se expõe a todo momento nas ruas, hotéis, pensões e residenciais para a qualquer oportunidade que lhes aparecem, fazer dos hospedes de uma cidade, colegas do acaso, suas vitimas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A zona Centro de Moçambique por estes dias constitui um atentado para quem não resiste as tentações do sexo exposto. Há muitas zimbabweanas que fugindo da fome ou da escassez de alimento no seu país, têm esta zona como um viveiro para fazerem do seu sexo, um autêntico negocio. Negócio que diga-se em abono da verdade, negócio pobre e empreendimento arriscado. Por aquilo que já ouvi e já presencieis &amp;ndash; não como vitima da prostituta -  quando me desloco em missão de serviço por algumas províncias, noto que do meio-dólar ou pouco menos que as tais prostitutas cobram por cada acto, nem chega para &lt;b&gt;&amp;ldquo;matar a fome&amp;rdquo;&lt;/b&gt; muito menos sustentar uma eventual ou pequena doença que vier.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Já ouvi que há prostitutas que quando a esmola do cliente é maior ou mais que dois dólares americanos ou qualquer coisa como 100 meticais, se expõem sem nenhuma protecção, ou seja, sem preservativo, com todo o agravante de perigar a sua própria saúde e de toda uma sociedade. Sociedade - no contexto de pessoas inidóneas que circundam a prostituta - a ser é obrigada a somar mais despesas das despesas que não conseguem pagar, transportar a doente da prostituição, de casa ao hospital vice-versa, mais uma divida a funerária para mais um caixão, mais flores para o cemitério e se for o caso da falecida-prostituta ter deixado um filho sem pai assumido, é mais um órfão para a mesma sociedade criar.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt"&gt;É extremamente complicado quando de uma forma repetitiva nos queixamos por coisas que nós mesmos criamos. Já disse o que eu tinha por dizer, mas a verdade é única, apesar de saber que a vida está difícil, não há emprego, há pobreza, não há emprego, a prostituição como prostituição têm vida curta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;MENDES MUTENDA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-09-01T16:29:19</issued>
    <title>Parte da Verdade: Basta o teatro  “ The King Anibalzinho”</title>
    <published>2009-09-01T15:31:28Z</published>
    <updated>2009-09-01T15:31:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por: MENDES MUTENDA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Em nome do povo moçambicano (inocente) quero &amp;ldquo;eu&amp;rdquo; pedir a quem de direito que já basta o teatro que vemos todos os dias sobre Aníbal dos Santos Júnior, conhecido por Anibalzinho. Acho que ainda temos muita coisa nesta pátria por pôr em acção ou por consolidar, desde o combate à fome, à nudez, o desemprego, as doenças endémicas, o espírito improdutivo na função pública e o crime organizado. Somos sujeito a assistir teatro ensaiado em torno das &amp;ldquo;fugas&amp;rdquo; e/ou retiradas da cadeia da máxima segurança de Moçambique vulgo BO e das celas do comando da cidade de Maputo do principal suspeito e condenado pelo assassinato do saudoso jornalista Carlos Cardoso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Este teatro, de &amp;ldquo;borla&amp;rdquo;, que estamos sujeitos a assistir contribui grandemente para a desacreditação das instituições do Estado Moçambicanas, minando a nossa existência como uma sociedade que se rege pelos princípios democráticos. Basta, justificações aqui e acolá sobre as fugas ou retiradas de Anibalzinho. As justificações tornam-se implausíveis ou inúteis quando apenas nos limitamos a tratar e retratar as tais fugas e não sequer preocuparmos pela responsabilização dos coniventes desta acção. As fugas nas prisões são normais em toda parte do mundo, isso já foi dito, mas às do Aníbal (Animalzinho) tornam-se venenos às nossas instituições públicas porque ninguém é responsabilizado. Quando falo aqui de responsabilização, não é pegar os ditos &amp;ldquo;peixe-miúdo&amp;rdquo; - os polícias guardas - meter nas celas. É sobretudo, pessoas que realmente podem tomar decisões deste nível, para a soltura do então mecânico do Alto Maé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Chego a acreditar que este caso nunca mesmo será esclarecido, pela maneira como as coisas são feitas e como são ditas. Precisava mesmo tanto secretismo para confirmar a captura ou o regresso de Anibalzinho às celas do comando da cidade de Maputo? Afinal o que os membros do Governo ganhariam ou ganharam com o tal secretismo? No meu ponto de vista, quanto a intervenção de sábado do Ministro do Interior de Moçambique, José Pacheco e de outros tantos que se seguiram até domingo podiam ter beneficio da dúvida, pois tratava-se de um fim-de-semana e quando é assim, no nosso país, os telefones fixos da Função Pública estão desligados para se puder confirmar junto da Polícia Sul África, mas a de segunda-feira e de terça-feira da Ministra da Justiça, Benvinda Levi e do Porta-voz do Conselho de Ministro, Luís Covane respectivamente -  chegaram a falar de especulação por parte da imprensa - deixaram a desejar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Da maneira como este assunto de fugas ou saídas de Ani(b)malzinho da prisão está a ser tratado dá para crer que o terreno está fertilizado para não encontrarmos a mão estranha que está por detrás desta comédia. Este teatro, assim o considero, está servir como um instrumento pedagógico &amp;ndash; do ponto de vista negativo &amp;ndash; medição do quão vai o nosso processo de combate ao deixa-andar e à corrupção, que são as bandeiras do quinquénio prestes a terminar do Presidente Guebuza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Falei a momentos dos prejuízos que estão por detrás deste teatro, sobretudo no capítulo, da desacreditação das instituições do estado. De tudo que a policia dizia que era especulação, a mesma acabou por confirmar quase toda a informação que vinha sendo avançada pela imprensa, dando conta da recaptura de Anibalzinho. Justifica que mentiu ou ocultou a verdade por questões de segurança &amp;ldquo;garantir a segurança durante a transferência do criminoso da Pretória para Maputo&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Como muitos sabem, quando alguém mente ou oculta uma informação, quem me (nos) garante que a mesma mentira estará a ser fabricada sobre os mandantes ou os que soltam Aníbal quando querem, quando entendem? O anibalzinho está a se tornar num cancro que o próprio Governo dificilmente vai se livrar dela, mesmo de que operação for. O povo não esquece. Dizia o saudoso camarada presidente Samora que &amp;ldquo;a partir da imprensa, devemos dizer tudo ao povo, tudo mesmo incluindo nossos erros&amp;hellip;&amp;rdquo;. Acho eu que aqui é onde há problemas (reconhecer os nossos erros).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Da maneira como Anibalzinho e outros tantos, obtém os documentos de identificação (Bilhete de Identidade, Passaporte, Carta de Condução), dá mesmo para acreditar que a assassinato do jornalista Carlos Cardoso, muitas pessoas estão mesmo envolvidas &amp;ndash; pessoas quem têm até agora algum ou ligadas ao poder decisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Se as três &amp;ldquo;fugas&amp;rdquo; que empreendeu dos calabouços (uma das quais a partir da dita cadeia de &amp;ldquo;máxima segurança&amp;rdquo; do País, conhecida por B.O, na Machava) já puseram em dúvida à seriedade do Estado moçambicano por todas as circunstâncias em que se deram levarem antes a concluir que foi tirado, como aliás ele próprio tem dito, desta vez, Anibalzinho provou, em definitivo, que o crime organizado se sobrepõe ao poder executivo do Estado e está intimamente relacionado com um Estado infectado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O mediático criminoso, condenado a mais de 29 anos de prisão pelo assassínio do jornalista Carlos Cardoso, pôs em causa, mais uma vez, a seriedade dos serviços do Estado, falsificando a mais recente carta de condução, electronicamente produzida, e criada com tão fortes dispositivos de segurança. Esta &amp;ldquo;carta electrónica&amp;rdquo;, tipo cartão de crédito, quando se iniciou o seu uso corrente, foi apresentada como praticamente impossível de ser sujeita a contrafacção. Mas Anibal dos Santos Júnior tinha em seu poder uma com outro nome. E tinha também consigo um passaporte moçambicano, verdadeiro, mas com nome falso, o mesmo da carta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Na conferência de imprensa em que se falou da recaptura de Anibalzinho, a Polícia exibiu aos jornalistas, um passaporte moçambicano com o número T 024559, e uma carta de condução, também nacional, com o número 6542651/2/1, ambos com fotografias de Aníbal dos Santos Júnior (Anibalzinho), mas ostentando o nome: Maurício Alexandre Mhula. Os dois documentos, conforme o Canalmoz pôde testemunhar, foram emitidos em datas anteriores ao da fuga de Anibalzinho de Maputo, o que reforça a convicção que sempre prevaleceu, isto é, que Anibalzinho foi sempre tirado dos cárceres e nunca fugiu propriamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Sobre o passaporte, o inspector policial, e porta-voz do Comando Geral da PRM, Pedro Cossa, conseguiu argumentar com alguma consistência que a foto do criminoso foi sobreposta ao documento que vem registado em nome de Maurício Mhula. Mas em relação à carta de condução electrónica, não há nada que prove que a mesma não foi produzida pelo Instituto Nacional de Viação, com o conhecimento de que a mesma se destinava a Anibalzinho. &lt;br /&gt;
Fora a hipótese de que a carta de condução encontrada com Anibalzinho ter sido passada pelo INAV, como agora se procura alegar, é mais grave ainda, saber-se que o que era dado como livre de contrafacção, afinal, é falsificável. Se existe alguém que consegue falsificar este tipo de documento, imitando perfeitamente as marcas de segurança que contém &amp;ndash; os símbolos do Estado e até a assinatura do próprio director da instituição que emite cartas de condução nacionais, o INAV &amp;ndash; o assunto torna-se bem mais preocupante do que em si já é. &lt;br /&gt;
Na breve avaliação conjunta entre os mais de 30 jornalistas presentes na sala em que decorreu a conferência de imprensa, estando também presentes alguns elementos da polícia, não se notou nenhuma marca de falsidade da carta de condução de Anibalzinho, a não ser a disparidade entre o nome e a fotografia. &lt;br /&gt;
Alegar-se agora que os funcionários do INAV passaram a carta de condução de Anibalzinho, e o respectivo director a assinou, sem, no entanto, conseguirem identificar a fotografia de Anibalzinho, é inaceitável e ridículo. &lt;br /&gt;
Ao mais alto nivelo INAV é dirigido por &amp;ldquo;antigos combatentes&amp;rdquo; e veteranos da Polícia. &lt;br /&gt;
Até provas contrárias, resta assumir que o crime organizado está fortemente penetrado nos serviços do Estado, desacreditando-o perante os cidadãos moçambicanos e perante o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Vou mesmo ficar por aqui porque se eu alongar corro o risco de ofender algumas pessoas. Mas a coisa está feia. O meu ponto de vista é apenas um convite para o debate e fico aqui como moderador. Espero teu comentário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-09-01T16:16:36</issued>
    <title>Frelimo: Dhlakama promove violência, disparando um tiro pelo seu próprio punho </title>
    <published>2009-09-01T15:29:12Z</published>
    <updated>2009-09-01T15:29:12Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;strong&gt;&lt;span&gt;Ernesto Chauque*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Frelimo repudia veementemente os actos de violência política protagonizados pela comitiva do líder da Renamo, no distrito de Milange, Posto Administrativo de Majaua&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; A Frelimo veio ontem repudiar e condenar veementemente os actos de violência política protagonizados pela comitiva do líder da Renamo, na Província da Zambézia, distrito de Milange, Posto Administrativo de Majaua, segundo uma nota de imprensa veiculada ontem dia 01 de Setembro por esta formação politica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Num documento assinado pelo senhor Edson Macuácua, Secretário do Comité Central Para Mobilização e Propaganda e Porta-Voz da FRELIMO, aponta-se que tudo aconteceu quando o líder da Renamo não conseguiu realizar um comício em virtude de a Renamo não ter conseguido mobilizar pessoas para o efeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; Fracassado o comício a comitiva do líder da Renamo dirigiu-se a Sede do comité de Zona do Partido espancaram os membros do Partido que estavam ali presentes, vandalizaram a Sede do Partido, a qual ficou parcialmente destruída, feriram muitos membros da Frelimo, 2 dos quais se encontram hospitalizados no Hospital Rural de Milange.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; O mais agravante segundo a nota de Macuacua, é o facto de o próprio líder da Renamo ter incitado, promovido e praticado a violência, pois o segundo dados em poder da Frelimo o próprio líder da Renamo disparou um tiro pelo seu próprio punho, o que é inaceitável, inadmissível e intolerável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; O líder da Renamo disparou quando de regresso de Majaua, quando chegou a Sede do Distrito de Milange, mandou a sua comitiva em frente da Sede do Comité Distrital da Frelimo em Milange, onde ele próprio disparou um tiro e os membros da Comitiva vandalizaram a sede do Partido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; A atitude do líder da Renamo é de tamanha irresponsabilidade que os desqualifica politicamente como candidato às próximas eleições por não reunir os valores dignos de postura de um candidato presidencial. É um mau exemplo para os seus militantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt; Apelamos a todos os actos políticos para que se abstenham de praticar a violência, de modo a que o momento eleitoral seja um momento de festa e do reforço da cultura de paz, da estabilidade e da convivência democrática harmoniosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-09-01T10:44:16</issued>
    <title>Fundamentação da Reforma Curricular na Faculdade de Direito da UEM </title>
    <published>2009-09-01T09:47:46Z</published>
    <updated>2009-09-01T09:47:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;b&gt;JOÃO J. CHICOTE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A reforma curricular na UEM, principalmente na Faculdade de Direito, assenta no pressuposto da importância do inter-relacionamento entre a teoria e a prática no processo de ensino e aprendizagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Segundo Professor Gilles Cistac Coordenador da reforma na Faculdade de Direito, o presente currículo, para além da actualização dos conteúdos do curso, priviligia a utilização de métodos de ensino que permitam o desenvolvimento de Competências do saber fazer, nomeadamente aptidões práticas de capacidade de decisão, de persuasão, de negociação, de síntese, entre outros aspectos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por outro lado, segundo o nosso interlocutor, a estrutura do curso de Direito por exemplo prevista combina uma formação generalista, através de disciplinas básicas até ao terceiro ano, com uma possibilidade de escolha de disciplinas de concentração de estudos que constituem a oportunidade especialização, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos numa das áreas do direito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Deste modo a nossa fonte defendeu que a metodologia de ensino que se pretende seguir é a do processo de ensino-aprendizagem interactivo, que combina as estratégias de ensino como as estratégias de avaliação para o desenvolvimento do espírito jurídico dos graduados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ainda segundo a nossa fonte, porque se pretende um curso mais interactivo, prevê-se com a entrada do novo plano de estudos, implementar em determinadas disciplinas outras formas de avaliação já previstas no actual Regulamento Pedagógico, tais como os trabalhos científicos, seminários, realização de projectos e resolução de problemas práticos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Faculdade de Direito constrói novo Edifício &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A metodologia de aprendizagem baseada em problemas (PBL) é um método de ensino baseado em problemas, centrado no estudante. O estudante identifica a matéria a pesquisar e a metodologia para a aquisição do conhecimento apoiado pelos colegas, os estudantes podem cruzar com matérias que vão para além do âmbito definido pelo professor, segundo disse o Director da Faculdade de Direito, Professor Doutor Armando Dimande. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Para o cenário ideal para a implementação do modelo PBL segundo informações posto a circular no local, aquela faculdade irá construir no Campus Universitário Principal da Universidade Eduardo Mondlane, um novo edifício, avaliado em 5,000,000.00 USD, corresponde a cerca de 135,000,000.00 Mt&amp;rsquo;s , dinheiro que será disponibilizado com ajuda de algumas parcerias, não mencionado na ocasião. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Para além da construção de novo edifício, prevê-se o Reforço em capital humano (docentes), espaço físico, bem como equipamento auxiliar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Segundo a UNESCO, para os países em via de desenvolvimento orienta-se para que o rácio por livro seja de 1 para 5 estudantes, assim, dever-se-ia adquirir 4.320 obras, com particular destaque para as novas disciplinas. É indispensável que cada disciplina tenha 3 obras básicas, cujas referências devem ser fornecidas pelos regentes das cadeiras. Disse Rosa Sissaque, um dos palestrante no seminário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-27T09:50:49</issued>
    <title>Uma Jante e uma parte de Andaime, comunicando</title>
    <published>2009-08-27T08:59:20Z</published>
    <updated>2009-08-27T09:08:24Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;Manuel Rebelo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;A ciência Histórica trouxe de um passado longícuo, registos de formas de comunicação estruturadas e estruturantes. As sociedades inventaram desde mecanismos relativamente simples de comunicação aos mais complexos que iam desde o uso de objectos como o tambor, aos sons produzidos e emitidos pelos seres humanos, as pinturas em rochas  até aos signos inventados pelos habitantes dos vários continentes (Perles, Sd).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;A organização da sociedade pressupõe a adopção de formas comunicacionais que sejam acessíveis e perceptíveis por todos os membros, o que permite concluirmos que a comunicação estrutura, social, politicamente e economicamente a sociedade (Castells, 1999). Ao processo comunicacional antecede um objectivo que é o de transmitir uma mensagem que deve ser descodificada ou apreendida pelo receptor esperando-se que ela produza um efeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;Há objectivos na comunicação que vão desde os de grupo, de classe social, de hierarquização, de organização, de normalização, entre outros. As primeiras entidades políticas em Africa, particularmente em Moçambique controlaram os seus territórios através da adopção de processos comunicacionais efectivos, destacando-se o uso de mensageiros no Estado dos Mwenemutapas, dos Gaza Nguni, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;O que realmente me levou a escrever este artigo não é a discussão teórica do conceito de comunicação mas sim uma forma que considero simples de conceber um processo de comunicacão mas com um efeito estruturante &amp;ndash; aquilo a que chamarei de um exemplo de comunicação efectiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;Estive no Posto Administrativo de Chitima, no Distrito de Cahora Bassa. Alguma informação básica é importante, porque para alêm de familiarizarmo-nos com o objecto de estudo, introduzimo-nos num espaço relativamente distante do local onde nos encontramos: o Distrito de Cahora Bassa localiza-se no centro Sul da província de Tete, é limitado a Norte pelos Distritos de Marávia e Chiuta, a Este pelo Distrito de Changara, a Sul a República do Zimbabwe e a Oeste o Distrito de Mágoe. Tem três postos Administrativos, nomeadamente, Songo, Chitolo e Chitima, este último tem cerca de 36,106, habitantes (censo 1997) (MAE, 2005). Chitima para alêm de estabelecer fronteira com o Programa de conservação da natureza, designado Tchuma Tchato é também um ponto de ligação com a República do Zimbawe. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;Neste Posto Administrativo, como observador social, deparei-me com um sistma de comunicação &lt;i&gt;sui generis&lt;/i&gt; que foi implementado no Instituto de Formação de Professores de Chitima (IFP-Chitima). Este Instituto ministra aulas durante os dois perídos e é constituido por dormitórios para estudantes quer para o sexo masculino quer para o feminino e o respectivo refeitório&lt;i&gt;. &lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;O sistema comunicacional é constitudo pelos seguintes elementos: uma jante, uma parte de uma andaime, e um ferro de 1 metro de comprimento (com uma espessura de aproximadamente 5 centímetros). Este ferro é usado para ser embatido sistematicamente contra a jante e o andaime. A jante e a parte do andaime encontram-se pendurados por meio de uma corda numa arvóre, exactamente no meio do recinto do Instituto. O individuo responsável pelo toque é funcionário, e alguns momentos um estudante do Instituto pode efectuar o toque.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;O ferro quando embatido sobre a jante produz um som diferente e quando sobre o andaime produz outro completamente diferente do da jante. Quando o som é embatido sobre as jante significa que determinada refeição está pronta e é  momento em que os estudantes devem dirigir-se para o refeitório e quando o som provém do andaime significa que é momento de interva-lo ou é a chamada para a entrada em sala de aulas. Este último é o que mais vezes emite sons por causa dos vários interva-los.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;As sociedades identificam e estabelecem sistemas de comunicação em função dos seus próprios interesses e necessidades e este é um exemplo elucidativo de como podemos organizar nossas acções e intervenções recorrendo a sistemas comunicacionais estritamente relacionados com as realidades materiais de cada um dos espaços geográficos onde nos encontramos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: Tahoma"&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%"&gt;Bibliografia Consultada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 150%"&gt;PERLES, João Batista (Sd). Comunicação: conceitos, fundamentos e história. Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%"&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;www.bocc.ubi.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 150%"&gt;, acessado no dia 10 de Agosto de 2009, pelas 9 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 150%"&gt;CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: economia, sociedade e cultura, vol. 3, São Paulo: Paz e terra, 1999.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 10pt; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 150%"&gt;MAE. República de Moçambique. Perfil do Distrito de Cahora Bassa. 2005&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-18T15:45:32</issued>
    <title>NERP avalia Relações Públicas em Moçambique</title>
    <published>2009-08-18T14:47:13Z</published>
    <updated>2009-08-18T14:47:13Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O Núcleo dos Estudantes de relações Públicas da escola de Jornalismo (NERP) em parceria com Instituto Profissional de Comunicação e Imagem (IPCI) vai realizar uma palestra, na sexta-feira, em Maputo de Agosto corrente, uma palestra subordinado ao tema &amp;ldquo;Estagio das relações Públicas em Moçambique, estratégia da divulgação&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;A palestra a realizar-se no Auditório do IPCI, contará com os seguintes oradores: Tomás Vaz, João Miguel e Leonardo Chavana. O evento visa reflectir sobre a importância das RP&amp;rsquo;s. (&lt;b&gt;&lt;i&gt;ABC-Online&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-10T08:40:31</issued>
    <title>Um olhar sociológico: Curandeiro espancado até ao desmaio</title>
    <published>2009-08-10T07:41:56Z</published>
    <updated>2009-08-10T07:43:14Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;Ernesto Chaúque&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;As coisas que acontecem nos nossos bairros também merecem destaque, num olhar sociológico e tratados como deve ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Semana passada depois de ter visto um comerciante a revistar bolsos de um cadáver em plena luz do sol na avenida das industrias, no Bairro da Machava fui ver um outro cenário semana passada no bairro Trevo em que um medico tradicional se viu gravemente espancado por falhar a magia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;A historia foi a seguinte: Um senhor de nome Marcos Sangrado, natural dizem, da cidade da Beira, e residente no Bairro Trevo algures do local mais conhecido por José Moyane, vinha se intitulando de curandeiro e Mazioneem simultâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Eis que o homem viu-se em apuros na sua residência na tarde de Quarta-feira passada, por volta das 16 horas, pelo facto de ter falhado promessa a um jovem do Bairro conhecido por Zito que é trabalhador da Fábrica Vinho Vida localizado na avenida das Indústrias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Parece incrível mas sucedeu que, o referido Zito se queixava desde a muito, pelo facto de seu órgão ser alegadamente demasiado pequeno, o que segundo ele não tinha sucesso nas parceiras e lhe abandonassem, sempre, embora eu próprio tenho duvidas do argumento dele, mas é dele que fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;No entanto, inconformado com o tamanho que o Deus lhe deu, e de modo a mudar o cenário, o jovem teria ido ao curandeiro para encontrar uma forma magica de ampliação, com recurso a métodos tradicionais, ao que segundo amigos próximos do jovem, o curandeiro prometeu que seria capaz, de aumentar o tamanho, e dar inclusive uma raiz especial para não ter dificuldades, nem receio de conquistar as meninas. Ai vem a questão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Satisfeito com a promessa, Zito aceitou a proposta e entrou no contracto, com o feiticeiro, onde ia pagar 1800 meticais, com vista a resolver os problemas do tamanho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;No entanto, segundo conta os amigos, depois de pagar a metade do valor, o curandeiro deu muitas raízes ao Zito para ferver e tomar durante um mês, o que não resultou em nada, o tamanho natural continuou assim como o Pai nosso lhe ofereceu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Portanto, contou nos o amigo que &amp;quot;Zito voltou ao local, e disse que não via resultado, sendo que o curandeiro, deu mais raízes e cobrou o valor em falta, prometendo que até ao final do mês seguinte o tamanho iria aumentar sem falta. Mas para o azar do delicado, no fim dos 30 dias nada aconteceu mais&amp;quot;, disse a o amigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Passado o prazo de ampliação sem sucesso, Zito voltou ao curandeiro e contou o problema, mas o curandeiro tentou complicar o jovem acusando o de não ter tomado  todos os dias e pode ter violado algumas regras durante o tratamento, por isso que o órgão não cresceu, e tinha que levar mais plantas super amargas para tomar todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Meus Deus: Segundo o amigo num bate papo com migo, Zito ficou furioso, e quando se viu que estava numa eventual iminência de burla tirou um pau grosso de cerca de 1 metro e qualquer coisa, &amp;hellip; Yakaaa&amp;hellip; na cabeça do Curandeiro, ameaçando o curandeiro, dizendo que caso não lhe aumentasse o tamanho daquele do órgão, e naquele momento, que o devolvesse o dinheiro, ao que o curandeiro não aceitou mas prometeu dar outras raízes mais boas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;E no fim, violando os Direitos Humanos e aplicando a justiça pelas suas mãos o jovem, nada mais fez se não atacar o curandeiro com o pau, tendo inclusive o ferido no braço esquerdo, espancou, espancou, com agressividade e acabou acertando o curandeiro na nuca, e este se ia estatelando no chão sem se mexer, assim ia a vida do medico tradicional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;Afinal não estava morto, havia desmaiado por sentir a intensidade de acção do pau seco, que o jovem burlado aplicou numa região sensível do corpo daquele curandeiro, o jovem pôs se em fuga até hoje, com medo de ter matado entre aspas o curandeiro, que foi socorrido com chulé do sapato de um cidadão Moçambicano que estava no local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;São estas coisas do bairro que quinzenalmente passaremos a trazer nesta coluna obrigando gente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-04T08:23:17</issued>
    <title>Guebuza inaugura ponte sobre o Zambeze</title>
    <published>2009-08-04T07:25:39Z</published>
    <updated>2009-08-04T07:25:39Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;João J. Chicote&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;O presidente da república de Moçambique Armando Emílio Guebuza, inaugurou dia 1 de Agosto, no distrito de Caia e Chimuara, na província de Sofala e Zambézia, respectivamente, a ponte sobre o rio Zambeze baptizada com o seu nome Armando Emílio Guebuza, assegurando deste modo a travessia de pessoas e mercadorias sobre o referido rio com melhor segurança.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Segundo o Presidente da República de Moçambique, num comício popular realizada em Chimuara, logo após a inauguração da ponte, esta infra-estrutura cuja a construção teve início em Março de 2006, reveste de grande importância no desenvolvimento da economia nacional e no combate a pobreza no país, devido alegadamente a facilidade de transporte de insumos agrícolas para impulsionar a revolução verde em Moçambique.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A referida infra-estrutura irá ainda criar condições para a circulação de bens e serviços reduzindo consubstancialmente os custos em relação ao transporte. &amp;ldquo;A ponte sobre o rio Zambeze facilita a circulação de todos dentro do nosso solo pátrio. Esta ponte marca a importante etapa para maior redução dos custos do transporte. Está assegurada a travessia do Zambeze com melhor qualidade&amp;rdquo;, disse o Chefe do Estado Moçambicano.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Ainda no mesmo evento Guebuza, destacou a importância da ponte na consolidação da unidade de toda a nação moçambicana, pois segundo ele, através dessa infra-estrutura, Moçambique estará unido territorialmente do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, simbolizando a luta contra a pobreza e a vitória em Moçambique, ilustrando de igual modo que é possível realizar nesta pátria amada quando sabemos valorizar o legado do maior arquitecto da unidade nacional, Eduardo Mondlane, disse Guebuza. &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Batelão não era solução&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;br /&gt;
O presidente da república,  reconheceu que o batelão não era a solução para travessia no rio Zambeze, pois segundo ele, a travessia implicava o sofrimento e incerteza sobre o tempo que levaria para chegar a Caia ou Chimuara. Guebuza fez este pronunciamento e assegurou que Moçambique alcançou a paz que está a transformar os distritos em pólo de desenvolvimento, tendo mencionado Caia e Chimuara como exemplo deste crescimento. Guebuza reconheceu a importância da ponte no desenvolvimento da economia da Zambézia, pois para o chefe do Estado a entrada na província na Zambézia poderá ser feita a qualquer momento devido a implantação daquela majestosa infra-estrutura.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sofrimento passa para a história&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Os residentes do distrito de Caia e Chimuara, na província de Sofala e Zambézia respectivamente, dizem-se satisfeitas com a  construção da ponte sobre o Zambeze, pois segundo eles, a referida ponte irá entre outros aspectos facilitar  o desenvolvimento da actividade comercial na região dada a facilidade de comunicação e escoamento de produtos para qualquer parte da pátria amada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;O sofrimento vai baixar, este é sinal de que estamos a combater a pobreza, hoje, o tempo de viagem vai reduzir consideravelmente. As viagens serão mais agradáveis , as paisagens mais atractivas, ao mesmo tempo incluirá a ligação entre o produtor e o consumidor&amp;rdquo;, disse um dos cidadão residente em Caia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;O percurso Beira &amp;ndash; Quelimane, que antes se fazia cerca de 8 horas, passará a ser bastante facilitado e ser feito em menos tempo e as viaturas de carga terão mais facilidades para proceder a travessia da ponte. Com esta ligação sobre o rio Zambeze, fica também facilitado o acesso as zonas norte de Moçambique e ao Zimbabwe. A ligação entre o norte e o centro de Moçambique, em caso de avaria no batelão de Caia- Chimuara, só poderia ser feita via Malawi ou através do Sope da serra da Morrumbala, via Inhangoma Tete, através do batelão do rio Chire, apenas no caso do piso estar seco, segundo deu a conhecer o Ministro das Obras Públicas, Felício Pedro Zacarias, falando na ocasião.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;No entanto, o governo japonês disponibilizou 6 milhões de dólares norte americanos destinados à projectos sociais integrados nas obras de construção daquela majestosa infra-estrutura, para o efeito o empreiteiro da obra, já está a mobilizar o equipamento para dar início ás obras nas províncias de Sofala e Zambézia. &lt;br /&gt;
Este valor é destinado na construção de um mercado, centro de saúde com maternidade , casas para enfermeiros, reabilitação de uma unidade sanitária na vila de Mopeia e ordenamento territorial na localidade de Chimuara, enquanto isso em Sofala está contemplada  com o melhoramento de residências para os profissionais do sector de saúde.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;Estrutura da ponte&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;A ponte possui uma extensão aproximadamente de 2.4 quilómetros e 16 metros de largura. Compreende duas faixas de rodagem, com 3.6 metros cada, para além de igual número de bermas de 2.5 metros e passeios de 1.9 metros. Tem, ainda 13 metros de altura no leito do rio, permitindo a navegação mesmo no período de cheias.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Para a implantação desta  infras-estrutura foram movidos 225 mil metros cúbicos de solo, tendo sido necessários 71 mil metros cúbicos de betão, 9.200 toneladas de aço e construídos 2.5 km de acesso compartilhado por cada lado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;A ponte principal têm seis vãos, quatro nas intermédias, de 137.5 metros e dois vãos de 80 metros. A mesma tem aproximação de 29 pilares e seis principais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Tendo sido utilizada na construção da mesma toda uma tecnologia de ponta a nível do continente africano.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-05-20T09:17:24</issued>
    <title>TITOSSADAS*: Os Fomelandeses no Tribunal</title>
    <published>2009-05-20T08:19:05Z</published>
    <updated>2009-05-20T08:19:05Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A triste vida que os homens e mulheres, crianças e velhos, adolescentes e jovens, e mais autótenes da República da Fomelândia tem levado, teve eco mais alto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Esse eco fez com que o Tribunal Internacional de Haia estivesse interessado no assunto. Várias individualidades foram notificadas, dos quais faziam parte não só fomelandeses, mas também cidadãos de outras nacionalidades, sabe lá de Fartolândia ou de outros países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Como se pode imaginar, a comitiva de juízes encarregue por julgar o caso, ouviu atenciosamente todos os notificados. Nessa audição estranhos foram os depoimentos dos próprios fomelandeses, visto que para eles, o culpado é o outro. Tal outro que como bem diz Mia Couto, é o outro (o colonialismo, as trocas desiguais, as calamidades naturais,...). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Como se pode perceber, os fomelandeses assumem-se como objecto da história deles próprios e não como sujeito &amp;ndash; que vergonhoso para um povo soberano a mais de quarenta anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;É provável que tenha sido dentro deste cenário que os juizes atrás referidos deliberaram: &lt;i&gt;Os fomelandeses são os culpados pela sua própria situação desumana.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;São eles, os próprios fomelandeses, que trabalham pouco (e hoje há uma tendência de emergir um grupo de jovens fomelandeses mais infelizes, esses só gostam de receber mas nunca de trabalhar), tem um comportamento esbanjador da riqueza, vivem maioritalmente com mão estendida, mas nunca para trabalhar mas sim para pedir. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Foi daquela maneira que senteciou o Tribunal Internacional de Haia. Aliás, o Tribunal Internacional de Haia, decidiu que os fomelandeses devem trabalhar arduamente de modo a inverter a situação penosa a que se encontram. Do tal trabalho faz parte a luta pelo domínio da ciência e técnica, elementos indispensáveis para o esforço logre sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Queira Deus, sabe lá Iawé, Alá, os Porcos e outros ainda, que os fomelandeses saibam cumprir com as decisões do tribunal e, finalmente consigam transformar os vários recursos que a terra que lhes viu a nascer contém, em riqueza, pelo menos para se lhes pôr livre da fome (grande ameaça à honra e dignidade deles). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;*Xibonda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-05-11T11:22:08</issued>
    <title>INOCENTEMENTE CULPADO: Um gesto contra os males que enfermam a sociedade</title>
    <published>2009-05-11T10:28:07Z</published>
    <updated>2009-05-11T10:28:07Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt; Por &lt;strong&gt;Inocencio Albino (Inocentemenete Culpado)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Uma posição crítica contra a violência doméstica, clamação da mulher pela igualdade do género, materialização das relações, mormente o amor são alguns assuntos que ganharam destaque em mais uma noite de poesia realizada recentemente pelo ICMA na Universidade A Politécnica em Maputo. O evento que contou com a participação de vários artistas nacionais e estrangeiros (dos quais Andes Chivangue, Tufo e o violino austríaco Stephano foram os convidados de cartaz), confluiu romarias, dança tradicional, música ao som acústico, para além do recital de poesia. A ocasião serviu ainda para a comercialização da obra &amp;ldquo;A Febre dos Deuses&amp;rdquo;, de Andes Chivangue. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Entretanto, a Associação Familiar de Mafalala &amp;ndash; Tufo, uma agremiação cultual vocacionada no canto e dança tradicional tufo, da província nortenha de Nampula foi quem marcou o prelúdio do evento cantando &amp;ldquo;maconde&amp;rdquo;, um tema pelo qual de acordo com Momade Saide, o Presidente do grupo, exalta a mulher moçambicana bem como a igualdade de género. Saide avançou a nossa reportagem que a associação que preside procura embrenhar nos seus trabalhos uma crítica social, por forma a educar a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Tela Chicane foi a mulher mais masuquista da noite, ao manifestar uma simpatia ao seu sofrimento, embora que, de uma forma irónica. Chicane diz em seu poema de amor, querer um homem mais violento, que a agrida nas noites, que tenha a sexta feira como seu dia, uma vez que para si já não existem homens mansos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Em conversa com o nosso jornalismo, Tela Chicane revela que &lt;i&gt;&amp;ldquo;a ironia é a forma que encontrei para manifestar o meu descontentamento face a violência doméstica. Qual é a mulher que suporta agressão?&amp;rdquo;,&lt;/i&gt; indagou, para num outro desenvolvimento dizer que crê na superação das crises domésticas mormente a violência, porém seja um trabalho difícil.  Chicane confidenciou-nos que escreve a oito anos, sendo o presente reservado a aparições em noites de poesia a preparar sua obra que  será publicada em 2010 com o tema &amp;ldquo;Chereitando a Vida&amp;rdquo;, um livro em que fala dos problemas sociais.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Refira-se que pelo menos em Maputo, o mês do Abril será  culturalmente  mais coroado, uma vez que de 21 a 30, intervalo que compreende a semana do livro, as principais casas de cultura tem agendado várias actividades de carris literário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-05-07T09:13:26</issued>
    <title>Maputo acolhe Feira Internacional de Educação</title>
    <published>2009-05-07T08:14:19Z</published>
    <updated>2009-05-07T08:14:19Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;Mendes Mutenda&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;A cidade de Maputo acolhe Feira Internacional de Educação a partir de hoje, quinta-feira, até dia nove de Maio do ano em curso. Trata-se de uma iniciativa da Comunidade Académica de Desenvolvimento (CADE) que consiste em promover a orientação vocacional e profissional dos jovens e estudantes do ensino secundário e técnico, universitário entre outros através intercâmbio cientifico-cultural. A mesma será realizada nas cidades da Beira e Nampula em Julho e Setembro respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;De acordo com o representante da CADE, Cassamo Novunga esta feira de Maputo será caracterizada por debates e palestras de orientação, visitas de estudo, marcha de estudantes e exposições onde jovens terão a oportunidade de conhecerem os variados cursos que as instituições nacionais de ensino superior e estrangeiras como as de Angola, África do Sul, Tanzânia, Brasil, Portugal, Inglaterra e Estados Unidos da América oferecem no campo da formação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;Cassamo Novunga, disse à jornalistas que feira tem como objectivo expor todos os cursos que estas instituições oferecem para que cada um dos estudantes que esteja no ensino secundário por exemplo, conheça a realidade em termo de formação em Moçambique e noutros países, visto que tem se verificado a escolha emocional do ramo de formação por parte do educando ou apenas baseando-se do desejo dos seus pais e encarregados de educação o que, por vezes, contrariando a orientação do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;ldquo;Um dos maiores problemas de Moçambique é os estudantes quando chegam a décima ou décima-segunda classes tomam os cursos em função daquilo que os pais ou encarregados de educação simplesmente preferem o que, de certa forma, acaba ofuscando a sua vocação e resultado disso é que muitos já estando no primeiro ou segundo ano vêm na verdade que aquilo que estão a seguir não têm haver com as suas potencialidades&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span&gt;, disse Novunga tendo acrescentado que face a este cenário a feira de Maputo vai procurar consciencializar os jovens e outras camadas por forma a fazerem escolhas de cursos olhando para estes aspectos, vocação e a capacidade de absorção do mercado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;Durante o decorrer da feira, os visitantes a exposição do Hipermercado Maputo Shoping Center terão a oportunidade de fazer testes de orientação vocacional e outros serão capacitados em matéria de analise mínima do mercado de emprego em relação a determinados cursos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-30T15:55:01</issued>
    <title>JEA distingue melhores professores na Escola de Jornalismo</title>
    <published>2009-04-30T14:58:40Z</published>
    <updated>2009-04-30T14:58:40Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A Associação dos Estudantes da Escola de Jornalismo (JEA), distinguiu, recentemente, na cidade de Maputo, os professores que durante o ano passado de 2008, tiveram um desempenho extraordinário de acordo com o resultado do escrutínio efectuado pelos estudantes para o efeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O processo de votação consistiu em cada &amp;ldquo;Ano&amp;rdquo; escolher o professor que cada um achou que teve melhor desempenho. Desta feita, para o primeiro ano foi eleita a professora de Estatística no ano de 2008, Laura Ivana, no segundo ano o professor a disciplina de História, Raul Matsimbe e por último no terceiro ano, o professor da disciplina de Língua portuguesa, Aurélio Cuna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Esta distinção é considerada a primeira desde que a Escola de Jornalismo (EJ) existe e a mesma visa, de acordo com os organizadores, JEA, uma forma de reconhecer os professores que fazem um esforço adicional na formação de técnicos de comunicação social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Os professores foram distinguidos pelo diploma de mérito e que no momento da recepção por parte deles não foi possível esconder a emoção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A cerimónia de entrega dos diplomas de mérito coincidiu com a festa de recepção de caloiros da EJ do ano lectivo de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-04-27T15:26:35</issued>
    <title>TITOSSADAS: Quando o Escape sai Fumo!</title>
    <published>2009-04-27T14:28:52Z</published>
    <updated>2009-04-27T14:31:53Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: right"&gt; Por &lt;strong&gt;Fernando C. Titosse&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Mutlotcho, como outros tantos meus amigos de infância, perdeu lápis muito cedo. Como não perder se o meu ambiente em que crescemos pouco ajudava: Em casa éramos heróis do dia se voltarmos com massengane ou xidlivane; para não variar, na escola usava-se demasiadamente a linguagem não verbal doi-doi, por isso, era mesmo valioso mesmo ir à caça ou pesca. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Essa situação não era por acaso, é porque os nossos encarregados tinham pouca informação sobre a importância da escola e os Professores eram cópia fiel de uma Educação Colonial infeliz e, acima de tudo bárbara para com o negro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Mas como não há regra sem ascensão eu tive a sorte de &amp;ldquo;scholar um pouco nhana&amp;rdquo;, talvez porque como era relativamente bom a Matemática e a leitura &amp;ldquo;thossavam-me&amp;rdquo; pouco no xicolwene. Até porque Prof. Fabião gostava de mim, uma vez que na minha presença as turmas dos Professores Angelina e Pinto não aguentavam no duelo de futebol.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Para a minha felicidade, apesar de as obrigações profissionais me obrigarem estar longe da zona que me viu a nascer, nunca  estive dissociada dela, jamais estarei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Uma das formas que uso para me ligar da minha terra natal é visitá-la sempre que possível. A última vez que fui visitá-lo, Mutlotcho um dos meus amigos de infância pediu-me para vir comigo na capital do nosso Moçambique. Pedido de modo algum podia rejeitar, porque estar co Mutlotcho foi sempre um grande prazer para mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Quando chegamos a Maputo, escalamos a Baixa da Cidade, Mutlotcho ficou espantado pelo lixo, imundice comercial, sossego que gozam os guinzas e preocupação que tem os cidadãos &amp;ldquo;honestos&amp;rdquo; por temer serem arrancados dinheiro de chapa, celulares, brincos, entre outros bens que com tanto sacrifício terão adquiridos. A preocupação de Mutlotcho atingiu o auge quando viu a disputa que se faz para se apanhar o carro nas horas de ponta, assim como quando viu casas alagadas por dois dias consecutivas no Bairro Luís Cabrão, aliás, Cabral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;- Mas as pessoas de Maputo, melhor, em Maputo tem problemas meu. &amp;ndash; Dizia o meu amigo quando quase ao mesmo tempo, passava um carro a fumigar, exageradamente, na auto-estrada Witbank &amp;ndash; Maputo, o que me fez interromper o discurso dele dizendo: -&lt;i&gt; Quando o escape sair fumo, não significa que ele tem problemas, muita das vezes os problemas estão no motor.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;Sem demora Mutlotcho reagiu ao meu pronunciamento: - O quê!? Queres dizer o problema não está com os vendedores da Capital mas sim com Conselho Municipal?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="line-height: 115%"&gt;- Queres dizeres que o problema não está com os ladrões mas sim com os Polícias?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-04-22T15:24:03</issued>
    <title>Lançada V edição do Faces Mcel</title>
    <published>2009-04-22T14:27:03Z</published>
    <updated>2009-04-22T14:27:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;Por &lt;b&gt;Mendes Mutenda&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Foi lançada na passada segunda-feira 20 de Abril , na cidade de Maputo, a V edição do Faces Mcel 2009. Trata-se de um concurso criado para promover os valores patrimoniais, culturais e sociais locais, valorizando a beleza moçambicana feminina e masculina, abrindo caminhos de novos talentos, para o mundo sociocultural e artístico, no mundo da moda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Para este ano, o Faces Mcel tem como faixa etária exigida é de 16 a 22 anos, contrariamente ao que acontecia noutros anos em que no mínimo o concorrente devia ter 18 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O processo de selecção dos representantes de cada província, terá como pontapé de saída a cidade de Maputo, no próximo dia 30 de Abril, que à semelhança das capitais províncias, será feita a pré-selecção de 12 candidatos locais, dos quais serão apurados dois, ou seja um em masculinos e outro e femininos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Quanto à premiação, os dois finalistas, em ambos os sexos, terão direito a 40 mil meticais, um carro de marca Toyota Hilux, bem como uma viagem a Pemba, capital da província de Cabo Delgado, para além de um valor estimado em cinco mil dólares norte-americanos, que são aplicados numa escola da escolha do vencedor, destinado à reabilitação, apetrechamento, ou compra de materiais, entre outras actividades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;De acordo com os organizadores, esta modalidade de os vencedores escolherem uma determinada escola e envolverem-se na ajuda da mesma, visa incentivar os jovens a participar em programas de responsabilidade social e de solidariedade com os próximos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;APRESENTADORAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;b&gt;DO FACES MCEL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Para a edição deste ano, &amp;quot;Faces Mcel 2009&amp;rdquo;, a DDB, empresa que desenhou o projecto, apostouem três apresentadoras nomeadamente Sakina, Célia e Karsta que terão a missão de andar por todas as capitais provinciais, em busca de talentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;De recordar que o programa arrancou pela primeira vez em 2005, tendo contado com a participação de mais de 750 jovens de todo o país. No ano seguinte, em 2006, o &amp;ldquo;Faces&amp;rdquo; tornou-se ainda maior e melhor, pois o número de participantes subiu para mais de 950 inscrições, oferecendo-se melhores prémios, maior participação de estilistas e maior acesso à informação sobre o programa, através de um website, jornal, televisão e rádio. Neste ano espera-se a participação de mais concorrentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-20T08:13:01</issued>
    <title>Na EJ: “Aplicado” sem computador</title>
    <published>2009-04-20T07:14:11Z</published>
    <updated>2009-04-20T07:14:11Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A turma do Terceiro Ano do curso de jornalismo está sem pelo menos um computador para conciliar a teoria à prática na disciplina de Jornalismo Aplicado, desde o inicio do ano. Desta forma, os estudantes desta cadeira estão impossibilitados de pôr, em prática, todos os conhecimentos que os mesmos tiveram no Segundo Ano na disciplina de Jornalismo Teórico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Na origem do problema, segundo o director da Escola de Jornalismo (EJ), Américo Xavier, está o sumiço de componentes originais por um desconhecido &amp;ldquo;indivíduo de má fé&amp;rdquo; do único computador que vinha sendo usado noutros anos, depois da mudança das instalações da EJ para às arrendadas na rua Joaquim Lapa, por forma a dar lugar as obras de reabilitação, desde 2007, do edifício-sede desta instituição do ensino técnico médio de comunicação social, que até então, não se sabe a data da sua conclusão, uma vez que a placa de indicação das obras dá o prazo de apenas 90 dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Dado que o problema da falta deste meio informático para o processamento de textos (notícias, reportagens entrevistas, crónicas e outros artigos) já tem &lt;b&gt;&amp;ldquo;barbas brancas&amp;rdquo;&lt;/b&gt;, os estudantes do terceiro ano de jornalismo organizaram-se para encontrar soluções e de seguida foram ao encontro do director da escola, Américo Xavier, que ao mesmo tempo é presidente da comissão instaladora da Escola Superior de Jornalismo ao que depois de exposta a questão, ele disse que a disponibilização de um computador a estes, passava pela assinatura de um termo de compromisso, por parte dos estudantes, para garantir a protecção da máquina que tanto faz falta à cadeira de Jornalismo Aplicado, para que, em primeiro, casos semelhantes de sumiço de componentes do computador como o &lt;i&gt;mause&lt;/i&gt;, memórias, teclados entre outros, e em segundo, para que tenham a cultura de responsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Com a proposta do director da escola, os estudantes do terceiro ano de jornalismo, não aceitaram a mesma, visto que, segundo eles, a Escola de Jornalismo possui guardas, ou seja, pessoas que trabalham para a segurança deste estabelecimento de ensino, dai que não se justificava, a criação de uma comissão de estudantes que vai cuidar do computador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;Contudo, este &lt;b&gt;&amp;ldquo;ping-pong&amp;rdquo;&lt;/b&gt; está a causar desanimo na aprendizagem destes estudantes, principalmente na produção do jornal &amp;ldquo;O Final&amp;rdquo;, que constitui um dos instrumentos de avaliação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-20T08:09:33</issued>
    <title>EDITORIAL:Trabalhemos com o Sol ao invés de Relógio</title>
    <published>2009-04-20T07:10:51Z</published>
    <updated>2009-04-20T07:11:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Está cada vez mais claro que muitos de nós só usamos o relógio para determinar as horas do inicio de uma determinada cerimónia, ou mesmo um encontro, mas a sua aplicabilidade com rigor, no nosso país, parece que ainda estamos longe, até que com um pouco de sorte o Presidente da República, Armando Guebuza que, diga-se, é pontual. Mesmo assim, com o esforço empreendido na Presidência da República esperava-se que os seus colaboradores ministros, directores nacionais, das escolas e outros não seguem o mesmo exemplo. Para que não sejamos considerados de vazios vamos de a partir de já trabalhar caso à caso. 1 &amp;ndash; Foi com muita tristeza, isto, na abertura do ano académico da Escola Superior de jornalismo, um evento marcado para inicio às 10 horas, para ter que iniciar as 11 horas e dois minutos e para a justificativa de sempre nas cerimónias em que esta nossa &amp;ldquo;cultura&amp;rdquo; de atraso ocorre &amp;ndash; &amp;ldquo;Pedimos as nossas sinceras desculpas pelo ligeiro atraso&amp;rdquo;, fim da argumentação. Para este caso especifico perguntamos e se possível posterior esclarecimentos dentro das nossas aulas da Língua Portuguesa, seja do primeiro ao terceiro ano: quando é que se diz um atraso ou um ligeiro atraso? Não nos achem mal é apenas uma curiosidade. Independentemente da vontade ou não da resposta, foi possível notar as manobras do &amp;ldquo;pôs-atraso&amp;rdquo;. A Professora da Língua Portuguesa, Carol Banze foi mesmo obrigada a ter que repetir vezes sem conta a palavra a seguir, (a seguir...) &amp;ldquo;depois do disto vamos a seguir.... e a seguir...&amp;rdquo;, tudo porque tudo já tinha-se perdido a noção tempo, ou seja, o programa continha as respectivas horas a cada intervenção. É só um reparo. 2 &amp;ndash; Outra coisa que também precisa-se trabalhar com o Sol ao invés de Relógio tem haver com o tempo pelo qual os estudantes do Terceiro Ano de Jornalismo, estar a espera de um computador para as suas aulas práticas desde o inicio do ano e que em termos de tempo vê-se claramente que estamos, mais uma vez a favor do uso de outras determinantes de tempo que os meses, semanas e dia. Questiona-se: como é que alguém diz a viva voz como de calendário político se tratasse, &amp;ldquo;vamos resolver os vossos problemas gradualmente e futuramente vocês terão coisas melhores que as que têm hoje&amp;rdquo;, para ao fim de um mês, um ano ainda estarmos no mesmo espaço? Caricato não é? São coisas nossas e nós moçambicanos somos mesmo a solução. 3 &amp;ndash; Só em jeito de notas soltas até porque há muita informação em jogo, uma vez que estamos a falar do cumprimento dos horários. Na Festa da recepção dos caloiros, a &amp;ldquo;Pare&amp;rdquo; estava marcada para o inicio as 15 horas e 30 e termino por volta das 17 horas, a mesma teve o começo tardiamente e com &amp;ldquo;comeretes&amp;rdquo; e beberetes a serem servidos perto das 21 horas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-16T09:15:53</issued>
    <title>Estudantes  levantam greve devido ao encerramento do Centro Social</title>
    <published>2009-04-16T08:18:04Z</published>
    <updated>2009-04-16T08:28:40Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;b&gt;Daví Machava&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Os estudantes da Escola Industrial 1&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; de Maio, na cidade  Maputo, levantaram uma greve devido as divergências com a direcção da escola. Na origem do problema esteve o encerramento do centro social da escola sem prévio aviso. Com efeito, para baixar os ânimos, a direcção, num dialogo com os estudantes, prometeu a reabertura do mesmo, conforme as exigências dos grevistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A nossa equipa de reportagem auscultou o grupo de estudantes que estava em frente da greve. Santos Bione, um dos grevistas, do primeiro ano do curso de serralheira mecânica, disse que a greve foi levantada, sem pré-aviso, porque os alunos foram surpreendidos com a noticia do encerramento da cantina da escola, que fornecia as refeições aos estudantes e professores da escola, a um preço acessível, uma vez que o grosso dos alunos não tem condições de comprar as refeições nas redondezas, e por essa razão os estudantes ficaram insatisfeitos com a situação, não sabendo o porque do encerramento da cantina, mas acham que tenha sido por parte da direcção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Ele disse ainda, que para cessar se a greve, o director Pedagógico da escola, é quem falou com a comunidade estudantil para que acalmassem as emoções, e que a situação seria resolvida dentro em breve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Em contrapartida, a directora da escola 1&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; de Maio, Zaida Maria Malenda, disse à nossa reportagem que, não havia razoes de os alunos levantarem a greve, porque eles foram informados antecipadamente do encerramento da cantina, e das consequências que poderiam advir e que os alunos deveriam trazer pequenas merendas, uma vez que os alunos começam as suas aulas as sete da manhã e só terminam por volta das dezassete horas . &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Quando perguntada sobre os reais motivos do encerramento da cantina, Zaida Malela, disse que o senhor que explorava a cantina, resolveu rescindir unilateralmente o contracto de exploração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Contudo, a directora garantiu que já foi lançado um concurso publico , onde há muitos concorrentes e como os alunos vão de ferias por sete dias, a partir da próxima segunda feira, ela acredita que ate ao retorno das aulas a cantina já estará reaberta com uma nova gerência.(&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-16T09:14:02</issued>
    <title>Aires Aly: “Educação e formação do homem  são instrumentos fundamentais”</title>
    <published>2009-04-16T08:15:41Z</published>
    <updated>2009-04-16T08:29:36Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;b&gt;João Chicote&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A educação e a formação do homem são instrumentos fundamentais na consolidação da paz, democracia e no combate a pobreza no país, considera Aires Aly, Ministro da Educação e Cultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &amp;ldquo;A educação e a formação de um homem, tem na sua responsabilidade a promoção de desenvolvimento, através da formação de quadros de distintas áreas de conhecimento, a funcionar com o desenvolvimento da produção científica&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Aly focalizou a importância da reforma académica na Universidade Eduardo Mondlane e a sua inserção na dinâmica da região e do mundo, devendo espelhar de forma inequívoca o papel da UEM na busca de respostas para as necessidades da região e do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&amp;ldquo;A UEM, deve manifestar de forma activa e sábia uma intervenção no processo de desenvolvimento Urbano, político, económico e social em Moçambique, pois, esta academia tem uma responsabilidade acrescida pela massa crítica&amp;rdquo;&amp;rsquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;De acordo com Aires Aly, o governo moçambicano continuará a proporcionar espaço para os graduados, o que lhes permitirá agir com autonomia no Mundo e no país em particular. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por seu turno, Filipe Couto Reitor da UEM, referiu-se às vantagens da introdução do novo sistema de ensino na maior universidade pública do país e o papel dos estudantes e docentes no processo de reforma do sector. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Adiante, Couto afirmou que na reforma académica os docentes não devem avançar sem incluir participativamente os estudantes, pois, segundo disse, o método participativo centrado no estudante é um dos principais para aquisição de conhecimento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Couto chamou atenção aos estudantes de modo a cooperarem na busca de conhecimento, na promoção de debates, palestras, pois tais acções iram facilitar a qualidade de ensino no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por outro lado, um dos representantes da associação dos estudantes da UEM, pediu mais celeridade no processo de apetrechamento das bibliotecas, laboratórios, salas de Informática, bem como o melhoramento das condições de alojamento nos dormitórios de modo a facilitar o processo de ensino e aprendizagem, bem como a integração dos estudantes no processo de Bolonha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Segundo o representante da associação dos estudantes da UEM, que não foi possível termos o nome, a fraca iluminação no campus principal universitário da UEM, coloca em risco os estudantes que frequentam pós-laboral, pelo que pede resolução do problema a breve trecho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;De referir estas intervenções foram proferidas a quando da abertura do ano académico daquela maior e antiga instituição do ensino superior no país, onde a tónica dominante foi a questão do desenvolvimento sócio económico de Moçambique que, na óptica dos intervenientes, depende fundamentalmente da produção e aplicação de conhecimento, principalmente nas ciências naturais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A cerimónia de abertura do ano lectivo na UEM, serviu igualmente para a renovação de energia e afirmação do papel da cidadania nas diversas esferas do país, ao mesmo tempo a consagração do 2009 como ano Eduardo Mondlane, de modo a inspirar nos estudantes os feitos do arquitecto da Unidade Nacional. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-16T09:11:23</issued>
    <title>Jornadas científicas da CADE em reflexão no Franco Moçambicano</title>
    <published>2009-04-16T08:13:22Z</published>
    <updated>2009-04-16T08:30:49Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;b&gt;Ferdavio David&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A Comunidade Académica para o Desenvolvimento (CADE) organizou na semana de 22 a 28 de Março do ano em curso, uma serie de jornadas cientificas, no auditório do Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM), subordinada ao tema &amp;quot;O papel e a evolução da investigação cientifica no país: ponto de situação e desafios futuros&amp;quot;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O evento concorrido por estudantes na sua maioria do ensino superior teve como orador principal Dr. Narciso Matos, director executivo da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), que dissertou acerca do papel da investigação cientifica no processo de desenvolvimento da democracia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Narciso Matos referiu que em Moçambique a investigação cientifica é uma realidade nova. por outro lado, defende que a investigação tem um papel fundamental, pois permite criar nas sociedades uma cultura de democracia e cidadania responsável, bem como contribui para a criação de um espaço público livre para debates e expressão de ideias a partir de uma liberdade de expressão na abordagem de temas centrais da sociedade tais como violência, criminalidade, linchamentos, tráfico de menores, integração regional entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Segundo Matos, o Governo de Moçambique criou recentemente o Fundo Nacional de Investimentos (FNI), ao nível do Ministério da Ciência e Tecnologia, que tem como objectivos definir prioridades e delinear planos estratégicos para a investigação cientifica de modo a impulsionar a actividade investigação no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Na sua explanação destacou ainda, projectos como o de fabrico de pão com base a farinha de mandioca, de fornos eficientes que permitem fazer o uso de carvão e lenha de forma racional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;A nossa Reportagem quis saber do representante do Ministério de Ciência e Tecnologia (MTC), António Leão, também convidado e palestrante no workshop, qual seria o critério usado pelo seu ministério na locação dos fundos para referidas áreas consideradas de prioridade nacional, visto que segundo dados divulgados pelo Governo, a agricultura constitui primeira prioridade nacional, mais que entretanto, somente possui 3% do fundo de investigação que são canalizados para este sector, contra 83% da área ciências marinhas e pescas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;António Leão respondeu categoricamente que a definição dos sectores considerados prioritários é da responsabilidade dos potências financiadores internacionais, através do plano de ajuda externa (doações). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Leão defende a necessidade de uma maior articulação entre o MCT e o sector privado, no sentido de flexibilizar o processo investigativo no país, através de parcerias que possam garantir, de certa forma, maior divulgação e aproveitamento dos resultados das pesquisas investigativas a nível nacional. Citando exemplos actuais na área de saúde, como é o caso do centro de investigação da malária em Manhiça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Dados recolhidos pelo ABC indicam que o financiamento no área de investigação é de aproximadamente 750 mil USD para o primeiro ano de acção, desde então tem se verificado um significativo aumento de fundos por parte dos doadores internacionais neste ramo em Moçambique. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-16T09:09:29</issued>
    <title>Ano académico na ESJ: “Nascimento do jornalismo é inicio da libertação do homem”</title>
    <published>2009-04-16T08:11:16Z</published>
    <updated>2009-04-16T08:31:31Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;b&gt;Mendes Mutenda&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;O nascimento do jornalismo é o inicio da libertação do homem, uma vez que é a partir desde ponto que o cidadão começa a debater os assuntos em diversos pontos, sem no entanto, reservas perante as autoridades supremas, afirmou na oração de sapiência, Carlos Machili, a quem deu as primeiras palavras de sabedoria aos estudantes na cerimónia de abertura do ano académico da Escola Superior de Jornalismo, uma instituição que começou a operar, este ano, na cidade de Maputo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;De acordo com o orador, Carlos Machili, a partir daquele momento, o rei passou a estar nu, uma vez que todas a suas acções, consideradas indiscutíveis,   desta camada social, já passavam a serem propaladas na rua. &amp;ldquo;É neste momento que o rei passa a andar nu, não como maluco, mas como um indivíduo que não tinha nada por ser coberto&amp;rdquo;, precisou Machili.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Numa cerimónia com o lema &amp;ldquo;o jornalismo como produtor do conhecimento&amp;rdquo;, o orador Carlos Machili disse que o jornalismo é profissão de percepção, de reflexão imediata e de formulação de opiniões que são disseminadas e motiva constantemente o leitor para às aprofundar dai que o jornalista diz &amp;ldquo;o facto está ai aprofunda-o&amp;rdquo;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Nesta perspectiva, Carlos Machili questiona a posição de certos jornalista que dizem que fazem o jornalismo através da verdade &amp;ldquo;jornalismo igual a verdade&amp;rdquo;, pois, na sua analise, em que momento jornalista analisa se este facto constitui uma verdade ou não. &amp;ldquo;Não compreendo até que ponto diz-se isso, como é possível? Acabou de me entrevistar e chega ao jornal pública. Quanto tempo analisou que o que falei constitui a verdade?&amp;rdquo;, questionou Machili. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Contudo, Carlos Machili muitos jornalistas caem neste erro de serem detentores da verdade, pois confundem aquilo que é opinião de cada um com à verdade. &amp;ldquo;Confundir opinião e a verdade é um erro grave que merece uma nota de &amp;lsquo;zero sobre vinte&amp;rsquo; ao que se elegem como autos da verdade&amp;rdquo;, atribui Machili, tendo acrescentado que esta prática, constitui um equívoco que abre um debate sobre a responsabilidade profissional na comunicação, um ambíguo que provoca enormes discurso sobre a ética e deontologia profissional do jornalista. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-16T09:07:51</issued>
    <title>Amantes da literatura reflectem sobre as cartas de Amor</title>
    <published>2009-04-16T08:09:24Z</published>
    <updated>2009-04-16T08:32:45Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;Por &lt;b&gt;Inocêncio Albino&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;O Instituto Cultural Moçambique-Alemanha, ICMA realizou recentemente, em Maputo, um evento subordinado ao tema &amp;ldquo;Já não há cartas de amor&amp;rdquo; com vista desenvolver um intercâmbio socio-cultural, reflectir acerca da escrita e recuperar o gosto pelas cartas de amor entre os artistas e amantes da poesia do nosso país. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Para além do recital da poesia, o evento foi coroado pelo canto do qual, o amor foi o fundo temático. Participaram ainda, artistas provenientes de diversas parcelas do mundo como é o caso da África do Sul, Ruanda e Argentina. De referir que, o evento enquadrava-se nas comemorações do dia internacional da poesia assinalado a 22 de Março. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;De acordo com Felling Kappela, o mestre de cerimónias, a iniciativa visa entre vários aspectos. &amp;ldquo;Interagir os artistas de grande gabarito com os mais novos já que teremos a presença do escritor Calane da Silva e do músico Roberto Chitsondzo&amp;rdquo;, sustentou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Kappela reconhece que recuperar na sociedade o gosto pela escrita de cartas de amor, não é tarefa fácil, já que temos actualmente o telemóvel e a internet que reduzem a nada a tradicional carta manuscrita. Porém, é um exercício que devemos fazê-lo continuamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Em conversa com a nossa Reportagem Mpho Molao poetisa da África de Sul classifica de boa a experiência da interacção com Moçambique uma vez que nas suas palavras &amp;ldquo;os moçambicanos são pessoas muito tradicionais&amp;rdquo;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Quem não se ausentou do evento, foi a Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina, que também fez passear a classe dos seus poetas, emocionando aos presentes. De referir que esta agremiação foi fundada no ano passado com o objectivo de preencher a lacuna literária que se fazia presente naquela instituição de ensino superior. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Entretanto, Calane da Silva e Roberto Chitsondzo fecharam em apoteose numa simples combinação do recital com o som acústico produzido com esmero pelo segundo. Na sua intervenção Calane da Silva não deixou de vangloriar o trabalho literário realizado pelos jovens, devido a excelência do conteúdo dos seus textos. Fê-lo recordar ainda os tempos mais recuados em que junto dos companheiros José Craveirinha, Noémia de Sousa entre outros faziam suas criações literárias nos subúrbios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;&amp;ldquo;Valeu a pena ter feito poesia nos subúrbios, pois há gente hoje que a valoriza&amp;rdquo;, disse Calane, para num outro desenvolvimento declamar &amp;ldquo;Mãe Negra&amp;rdquo;, um poema por si criado aos 15 anos que ao apresentá-lo a mãe esta, o aconselhou a não dize-lo em público sob pena de ser preso pelos colonos acusado de revolucionário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Arial"&gt;Opinião contrária a do Calane, não é a expressa por Chitsondzo que diz ter-se recordado do passado como se do momento em que falava se tratasse, para depois cantar-nos alguns temas clássicos seus e recitar poemas de amor de Marcelino Vasconcelos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-15T17:12:39</issued>
    <title>Mendigos de Existência</title>
    <published>2009-04-15T16:14:32Z</published>
    <updated>2009-04-16T08:07:36Z</updated>
    <content type="html">&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;b&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;endigar, Coisas da Nossa Terra. Acho que é errado exteriorizar um pensamento assim. Imaginem só, se lesse apenas a primeira frase e ficasse por ai seria um desastre autêntico, julgo eu. É dentro deste contexto que sugiro-lhe que lê o texto até ao fim. Certo! Mendigos de existência seria a desconfiança do cego quando a esmola é tanta. Falo concretamente da boa vontade que os nossos &lt;b&gt;&amp;ldquo;doadores&amp;rdquo;&lt;/b&gt; nos &lt;i&gt;prestam,&lt;/i&gt; mimando a nossa existência, como nação independente e soberana.  Admito no entanto que alguns círculos não entendam meu dissabor, ou seja até aqui podem me chamar de ingrato e podem ter razão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;ntretanto, sinto-me na contingente obrigação de expor meu sentimento quanto às doações. Explico, primeiro onde quero chegar com o intróito &amp;ldquo;Mendigos de Existência&amp;rdquo;, seguido de &amp;ldquo;Coisas da Nossa Terra&amp;rdquo; é simples: é que nos dias que correm desde que acabamos com a Queda do Murro de Berlim em 1989, com ele assistimos o esmorecimento do socialismo, pois, seus defensores viram-se ofuscados, a concepção de que esta corrente não passava de uma utopia ganhou terreno, apesar de um aparente triunfo no século XX, deste que é um dos modelos de explorar os povos, como o é também o capitalismo. Já foi longa a introdução, mas podem crer que tentei ser preciso, se não logrei descontem por não ser o conteúdo em discussão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;ão parando... É que desde que Moçambique abraçou o multipartidarismo assiste-se a um inquestionável crescimento quantitativo quanto qualitativo em quase todos sectores, fruto claro das políticas de parcerias e financiamentos de governos e ONG,s extra-nacionais. Dentro disso, ainda que leigo em matéria económica bem assim na política e relações internacionais ouso afirmar que há muito dinheiro em jogo. Falo de financiamentos disponibilizados por países e organizações, que tiram rios de dinheiros do seu erário público para sustentar a nossa, educação, saúde, agricultura, segurança e promoção da nossa cultura, tudo isso! Não que esteja contra. Quem na verdade não gosta de ser oferecido algo? Deste que ela seja justa e haja transparência.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;esses países que nos &amp;ldquo;ajudam&amp;rdquo; em todos os domínios o fazem com muito suor e estratégias, para ludibriar fruto de trabalho dos seus povos, mesmo assim acredito que os povos destes países pelos quais nos dão dinheiro dos seus impostos não são todos ricos, e o mais agravante alguns dos cidadão destes países não conseguem pagar parte das suas necessidades, pois algum dinheiro está ser oferecido a Moçambique para desenvolver a cultura. Olhem só, cidadãos de países que nos ajudam passam as vezes mal, nas suas vidas, ou pagam mais impostos do que era necessário para depois uma parte do dinheiro estar a ser canalizado para a construção de latrinas melhoradas em Moçambique, financiar workshops em matéria de papas melhoradas de batata de popa alaranjada e capacitar funcionários da administração pública para evitar o espírito do deixa andar, o burocratismo, acima de tudo, a corrupção.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;nculpe-me por ter que interrogar algumas coisas e se não me responderem não há problemas: Porquê estes países nos ajudam? Qual é o ganho desses países quando nos prestam apoio? Até quando? E depois de terminar o apoio, qual é o nosso passo seguinte...? Assim, não seremos Mendigos de Existência?&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;ostoso nem? Já estou a ver muitos a comentar de forma leviana que &lt;i&gt;&amp;ldquo;em algum momento concordo consigo, mas... somos pobres, precisamos de quem nos apoie, eles ganham indulgência pelos crimes contra no nosso País e África em geral cometidos durante o colonialismo, até a pobreza terminar...&amp;rdquo;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;pa! Quando levanto dúvidas é porque até bem pouco tempo pelo desenvolvimento deste &amp;ldquo;negócio&amp;rdquo;, mudaram de nome de &amp;ldquo;doadores&amp;rdquo; para &amp;ldquo;parceiros de cooperação&amp;rdquo;. Volto de novo a carga, o que é uma cooperação? Arisco responder sem consultorias, auditorias... cooperação seria uma espécie de ajuda mútua, onde quem dá, recebe na medida. E para o nosso caso o que nós oferecemos aos nossos parceiros de cooperação? Difícil de responder. Acho que quando os nossos governantes insistem nesses assuntos, de cooperação, parcerias, sabem muito bem o que eles oferecem em nosso nome, não querendo acreditar que bastam apenas os sorrisos, os apertos de mãos, os banquetes de Estado, com discurso a altura &lt;i&gt;&amp;ldquo;...a materialização desta parceria com a Cooperação X, no âmbito da cultura (...) vai ajudar significativamente para o cumprimento das metas do Desenvolvimentos do Milénio, na nossa bela Pérola do Indico...&amp;rdquo;. &lt;/i&gt;não me digam depois que eu não disse, porque estas coisas de uma ou de outra forma vamos pagar caro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt"&gt;&lt;a href="mailto:mutenda54@gmail.com"&gt;mutenda54@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-04-10T12:34:21</issued>
    <title>“Independência da comunicação social não depende de que o meio seja privado ou estatal”  </title>
    <published>2009-04-10T11:35:03Z</published>
    <updated>2009-04-10T11:35:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Tahoma"&gt;&lt;font size="3"&gt;A independência do órgão de comunicação&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;social em Moçambique na abordagem dos assuntos não dependem de que o meio seja do sector privado ou estatal, considera Augusto Carvalho, jornalista e jurista moçambicano, quando falava como orador da palestra sobre &amp;ldquo;Desenvolvimento da Imprensa em Moçambique&amp;rdquo; alusiva ao do dia 11 de Abril, dia do Jornalista Moçambicano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Tahoma"&gt;&lt;font size="3"&gt;De acordo com o orador, Augusto Carvalho a grande responsabilidade do jornalista é produzir certezas ou seja informação para o conhecimento &amp;ndash; dai que não comunga a ideia de que o jornalismo constitui o quarto poder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Tahoma"&gt;&lt;font size="3"&gt;Na mesma palestra, ficou mais uma vez clara a necessidade de interacção entre o jornalistas mais experiente e os estudantes da Escola de Jornalismo, visto que em algum momento há estudantes que saem desta instituição de ensino técnica sem o domínio de instrumentos básicos que lhes possibilitam trabalhar como profissionais.... há mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-04-09T08:57:51</issued>
    <title>SNJ promove debates em Maputo</title>
    <published>2009-04-09T07:58:54Z</published>
    <updated>2009-04-09T07:58:54Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;No âmbito das comemorações de 11 de Abril dia do Jornalista Moçambicano, o Sindicato Nacional de Jornalistas promove sexta-feira (santa), 10 de Abril do ano em curso, em Maputo, debate sobre o Desenvolvimento da Comunicação Social em Moçambique pelas 9 horas e 30 minutos, na sede do SNJ, sita na avenida 24 de Julho na sala &amp;ldquo;João Albasini&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify"&gt;Participaram nesse debate, Jornalistas, académicos, estudantes de jornalismo entre outros, num acto que será encabeçado pelos jornalistas Augusto de Carvalho como orador, Gil Laureciano como comentador e Fernando Gonçalves como moderador.&lt;/div&gt;</content>
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